Publicamos neste modesto espaço, a carta-convite para a constituição das Comissões de Estudo que proporão uma nova identidade do universitário católico. Participe!
A Diaconia Universitária da Arquidiocese de São Paulo, órgão pastoral recentemente criado, propõe-se articular as universidades paulistanas no intuito de conquistar a identidade do universitário católico, de forma que se busque uma nova consciência do cristão que se educa para servir mais e melhor a Igreja e a sociedade civil. Como as demais instituições, a Universidade não nasceu definitivamente acabada, pronta e imutável no processo histórico da humanidade, mas sempre em evolução quanto ao ensino e aprendizado, quanto a pesquisa e extensão. As razões e as causas de sua criação remontam a Idade Média, tendo como marco referencial a Renascença do século XII. Nascida no coração da Igreja medieval, no decorrer do tempo, com as grandes conquistas da sociedade ocidental, sobretudo sob a influência do Iluminismo, a instituição escolar no geral foi sendo assimilada pela cultura ocidental, tornando-se uma instituição promovida por várias iniciativas de ordem confessional, pública e privada, tal como se configura hoje a Universidade, com seus diversos matizes ideológicos. Contudo, desde a sua origem, a Igreja pensou e criou a Instituição de Ensino Superior como corporação científica e religiosa, de Razão e Fé, universal e autônoma, para construir cidadania, servir a civilização católica da cidade, elevando seu nível cultural e capacitando profissionais que atendessem suas necessidades.
No ano que culmina o centenário da Arquidiocese de São Paulo, tempo em que também a Igreja universalmente celebra o ano santo dedicado a São Paulo, intrépido apóstolo da fé, missionário de Nosso Senhor Jesus Cristo e padroeiro de nossa Igreja particular, a Diaconia Universitária gostaria de convidá-lo (a) a participar das comissões de estudos e pesquisas avançados em preparação ao Congresso Universitário previsto para o 2º semestre de 2008.
A cada comissão é atribuída uma temática. As temáticas correspondentes às comissões envolvem o conhecimento e a vida. Todos os conhecimentos humanos, da Fé e da Razão, estão comprometidos e a serviço da vida. Por isso achamos oportuno adotarmos como pontos de partida para a reflexão e pesquisa as temáticas sugeridas pelo subsídio ABC da CF 2008, as quais merecem logicamente o devido aprofundamento nos campos próprios das ciências que as sustentam. A seguir apresentamos o elenco:
1. Economia e Vida
2. Sociedade e Vida 1: Educação e Vida
3. Sociedade e Vida 2: Saúde e Vida
4. Cultura e Vida
5. Religião e Vida
Na ótica da Diaconia Universitária, através desta iniciativa, pensamos envolver as universidades num clima de auto-conhecimento, de verdadeira colaboração, sobretudo as católicas, a descobrirem a sua natureza e identidade eclesial, civil e social; criar laços mais estreitos de vida e comunhão entre os universitários. Atualmente a Igreja demonstra não pouca preocupação com os jovens universitários que são destinatários do Evangelho da vida; que sejam integralmente formados nas diversas áreas da ciência, profissionais eficientes, pessoas forjadas na Fé e no Amor, pessoas apaixonadas por Jesus Cristo, discípulos e missionários do Mestre Maior, humanistas cristãos, agentes transformadores da realidade social, agentes construtores do Reino de Deus, Reino da Vida.
Que o Bom Deus Todo Poderoso, Senhor de toda Ciência, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo e Nosso, pela Força do Amor de seu Espírito Paráclito, abençoe e guarde todos os participantes.
LOCAL: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO (PUC-SP)
DATA: 15 DE MARÇO DE 2008
HORÁRIO: 09h00
Fraternalmente,
Em Cristo Jesus,
Paz e Esperança !
Dom José Benedito Simão
Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo
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quinta-feira, 6 de março de 2008
terça-feira, 4 de março de 2008
Cuidado: O Nome Pode Enganar!
Nota da CNBB sobre as Católicas pelo Direito de Decidir
Têm chegado à sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – inúmeras consultas sobre a ONG denominada “Católicas pelo Direito de Decidir”, uma vez que em seus pronunciamentos há vários pontos contrários à doutrina e à moral católicas.
Esclarecemos que se trata de uma entidade feminista, constituída no Brasil em 1993, e que atua em articulação e rede com vários parceiros no Brasil e no mundo, em particular com uma organização norte-americana intitulada “Catholics for a Free Choice”. Sobre esta última, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos já fez várias declarações, destacando que o grupo tem defendido publicamente o aborto e distorcido o ensinamento católico sobre o respeito e a proteção devidos à vida do nascituro indefeso; é contrário a muitos ensinamentos do Magistério da Igreja; não é uma organização católica e não fala pela Igreja Católica[1]. Essas observações se aplicam, também, ao grupo que atua em nosso país.
A Campanha da Fraternidade deste ano de 2008 reafirma nosso compromisso com a vida, especialmente, com a vida do ser humano mais indefeso, que é a criança no ventre materno, e com a vida da própria gestante. Políticas públicas realmente voltadas à pessoa humana são as que procuram atender às necessidades da mulher grávida, dando-lhe condições para ter e a criar bem os seus filhos, e não para abortá-los.
“Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19).
Ainda que em determinadas circunstâncias se trate de uma escolha difícil e exigente, reafirmamos ser a única escolha aceitável e digna para nós que somos filhos e filhas do Deus da Vida.
Conclamamos os católicos e a todas as pessoas de boa vontade a se unirem a nós na defesa e divulgação do Evangelho da Vida, atentos a todas as forças e expressões de uma cultura da morte que se expande sempre mais.
Brasília, 03 de março de 2008
Têm chegado à sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – inúmeras consultas sobre a ONG denominada “Católicas pelo Direito de Decidir”, uma vez que em seus pronunciamentos há vários pontos contrários à doutrina e à moral católicas.
Esclarecemos que se trata de uma entidade feminista, constituída no Brasil em 1993, e que atua em articulação e rede com vários parceiros no Brasil e no mundo, em particular com uma organização norte-americana intitulada “Catholics for a Free Choice”. Sobre esta última, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos já fez várias declarações, destacando que o grupo tem defendido publicamente o aborto e distorcido o ensinamento católico sobre o respeito e a proteção devidos à vida do nascituro indefeso; é contrário a muitos ensinamentos do Magistério da Igreja; não é uma organização católica e não fala pela Igreja Católica[1]. Essas observações se aplicam, também, ao grupo que atua em nosso país.
A Campanha da Fraternidade deste ano de 2008 reafirma nosso compromisso com a vida, especialmente, com a vida do ser humano mais indefeso, que é a criança no ventre materno, e com a vida da própria gestante. Políticas públicas realmente voltadas à pessoa humana são as que procuram atender às necessidades da mulher grávida, dando-lhe condições para ter e a criar bem os seus filhos, e não para abortá-los.
“Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19).
Ainda que em determinadas circunstâncias se trate de uma escolha difícil e exigente, reafirmamos ser a única escolha aceitável e digna para nós que somos filhos e filhas do Deus da Vida.
Conclamamos os católicos e a todas as pessoas de boa vontade a se unirem a nós na defesa e divulgação do Evangelho da Vida, atentos a todas as forças e expressões de uma cultura da morte que se expande sempre mais.
Brasília, 03 de março de 2008
segunda-feira, 3 de março de 2008
Conselho Permanente da CNBB reitera respeito à vida
A Igreja reitera seu compromisso de defesa da vida em plenitude, isto é, desde a concepção até seu natural declínio. O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, reunido de 27 a29 de fevereiro em Brasília, anima e conclama a toda a sociedade independente de credo, ideologia, partido político ou posições filosóficas, para uma mobilização racional em defesa da vida.
O Supremo Tribunal Federal do Brasil julgará na próxima quarta-feira uma ação que define a continuidade ou não das pesquisas com células-tronco embrionárias no país.
«A Igreja volta mais uma vez a dirigir sua palavra em defesa da vida. Esta é a posição básica e fundamental da Igreja. Não significa ser contra a ciência, contra o progresso, mas ser em primeiro lugar a favor da vida», disse o presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha, ao reafirmar a posição da Igreja contrária ao uso de células-tronco embrionárias para pesquisas.
De acordo com Dom Geraldo Lyrio, os bispos do Conselho Permanente decidiram enviar uma carta aos ministros do Supremo Tribunal para expressar a posição da Igreja.
«Não queremos fazer pressão sobre o STF, mas expor, inclusive como integrantes da própria sociedade brasileira, o nosso ponto de vista», disse.
O secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, destacou que a partir do momento que a vida começa, deve ser protegida, inclusive pelas instituições da sociedade civil e do próprio Estado.
Para ele, a Lei de Biossegurança, quando aprovada, trouxe erros graves ao misturar temas completamente díspares num único projeto de lei. «A Lei de Biossegurança abre caminho para a legalização progressiva do aborto e o desrespeito da vida humana», declarou.
Que cada diácono permanente possa participar ativamente desde momento de fundamental importância para definir a preservação da dignidade humana em toda a sua amplitude.
Fonte: Zenit
O Supremo Tribunal Federal do Brasil julgará na próxima quarta-feira uma ação que define a continuidade ou não das pesquisas com células-tronco embrionárias no país.
«A Igreja volta mais uma vez a dirigir sua palavra em defesa da vida. Esta é a posição básica e fundamental da Igreja. Não significa ser contra a ciência, contra o progresso, mas ser em primeiro lugar a favor da vida», disse o presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha, ao reafirmar a posição da Igreja contrária ao uso de células-tronco embrionárias para pesquisas.
De acordo com Dom Geraldo Lyrio, os bispos do Conselho Permanente decidiram enviar uma carta aos ministros do Supremo Tribunal para expressar a posição da Igreja.
«Não queremos fazer pressão sobre o STF, mas expor, inclusive como integrantes da própria sociedade brasileira, o nosso ponto de vista», disse.
O secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, destacou que a partir do momento que a vida começa, deve ser protegida, inclusive pelas instituições da sociedade civil e do próprio Estado.
Para ele, a Lei de Biossegurança, quando aprovada, trouxe erros graves ao misturar temas completamente díspares num único projeto de lei. «A Lei de Biossegurança abre caminho para a legalização progressiva do aborto e o desrespeito da vida humana», declarou.
Que cada diácono permanente possa participar ativamente desde momento de fundamental importância para definir a preservação da dignidade humana em toda a sua amplitude.
Fonte: Zenit
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
CF 2008: Arquidiocese de Brasília

BRASÍLIA, segunda-feira, 21 de janeiro de 2008 (ZENIT.org).- Um dia inteiro de formação sobre a Campanha da Fraternidade (CF) 2008 para movimentos, pastorais, serviços e todos que se dedicam à defesa da vida na capital do Brasil.
Cerca de 250 pessoas foram à Universidade Católica de Brasília no último sábado (dia 19) para conhecer mais sobre a campanha que tem como tema "Fraternidade e Defesa da Vida" e lema "Escolhe, pois, a Vida!".
O presidente da Comissão Justiça e Paz arquidiocesana, Hélio da Silva, abriu o encontro lembrando que a campanha acontece nas paróquias, mas deve ser irradiada para toda sociedade. "É compromisso nosso a defesa da vida desde a concepção até a morte natural", salientou Hélio da Silva.
Foi apresentado um vídeo com a mensagem do arcebispo de Brasília, Dom João Braz de Aviz, saudando aos presentes e abençoando o encontro. Ele não pôde participar por causa de uma viagem. "Queremos que o encontro e as formações ajudem a arquidiocese a fazer bem feita a campanha", afirmou Dom João Braz.
A explicação do texto-base da Campanha da Fraternidade deste ano foi dada pelo presidente da Comissão Arquidiocesana de Defesa da Vida, padre Jairo Grajalles. "A sociedade nos propõe amar as coisas e utilizar as pessoas. Nem tudo que é possível, é ético e moral", ressaltou. Segundo o padre, a posição da Igreja em defesa da integralidade da vida humana é coerente, fundamentada, razoável e iluminada pelo Espírito Santo.
Encíclicas como a Humanae Vitae, do Papa Paulo VI, e Evangelium Vitae, de João Paulo II, foram citadas em diferentes palestras do encontro.
O casal coordenador da Equipe de Métodos Naturais de Brasília, Marco e Susy de Araújo, explicou de maneira bem-humorada a eficácia dos métodos naturais para maternidade e paternidade responsáveis. "O método é do casal, ajuda no relacionamento e no diálogo", explicou Susy de Araújo.
As pastorais da saúde e da criança deram seu testemunho de defesa da vida. Além delas, o grupo Santos Inocentes, de Samambaia, periferia de Brasília, explicou seu trabalho de defesa da vida do nascituro. Há sete anos eles trabalham com a conscientização de mães que desejam abortar.
Segundo o presidente da Comissão Arquidiocesana de Leigos, o advogado Francisco Victor Bouissou, o Brasil está enfrentando três grandes riscos contra a vida. Ele citou uma ação que tramita no Supremo Tribunal Federal que libera o aborto de bebês anencéfalos; o projeto de lei que legaliza o aborto que está para ser votado na Câmara dos Deputados; e a pesquisa com células-tronco embrionárias, já legalizada no país, mas com possibilidades de ser julgada inconstitucional.
"Estamos chamados a defender as crianças com anencefalia, a vida na sua integralidade", afirmou Francisco Bouissou.
A presidente da Federação dos Movimentos em Defesa da Vida do Estado de São Paulo, Dra. Maria das Dores Guimarães, falou sobre medidas estratégicas para impedir a legalização do aborto. Ela apresentou como a chamada "cultura da morte" de legalização do aborto e da eutanásia atua por todo mundo. "É uma luta de Davi contra Golias", disse, em referência à dificuldade de financiamento das entidades em defesa da vida em relação a seus opositores.
Segundo ela, é necessária uma maior mobilização da comunidade católica de Brasília para pressionar parlamentares a votarem a favor da vida, bem como a criação de Comissões Diocesanas e Paroquiais de Defesa da Vida.
Por todo o país, a Igreja tem apresentado e preparado o Clero e os Leigos, para que a CF 2008 leve ao povo brasileiro, o verdadeiro sentido da Defesa da Vida em toda a sua plenitude. Como Diáconos, servidores do Cristo, participemos ativamente com nosso testemunho de vida.
Cerca de 250 pessoas foram à Universidade Católica de Brasília no último sábado (dia 19) para conhecer mais sobre a campanha que tem como tema "Fraternidade e Defesa da Vida" e lema "Escolhe, pois, a Vida!".
O presidente da Comissão Justiça e Paz arquidiocesana, Hélio da Silva, abriu o encontro lembrando que a campanha acontece nas paróquias, mas deve ser irradiada para toda sociedade. "É compromisso nosso a defesa da vida desde a concepção até a morte natural", salientou Hélio da Silva.
Foi apresentado um vídeo com a mensagem do arcebispo de Brasília, Dom João Braz de Aviz, saudando aos presentes e abençoando o encontro. Ele não pôde participar por causa de uma viagem. "Queremos que o encontro e as formações ajudem a arquidiocese a fazer bem feita a campanha", afirmou Dom João Braz.
A explicação do texto-base da Campanha da Fraternidade deste ano foi dada pelo presidente da Comissão Arquidiocesana de Defesa da Vida, padre Jairo Grajalles. "A sociedade nos propõe amar as coisas e utilizar as pessoas. Nem tudo que é possível, é ético e moral", ressaltou. Segundo o padre, a posição da Igreja em defesa da integralidade da vida humana é coerente, fundamentada, razoável e iluminada pelo Espírito Santo.
Encíclicas como a Humanae Vitae, do Papa Paulo VI, e Evangelium Vitae, de João Paulo II, foram citadas em diferentes palestras do encontro.
O casal coordenador da Equipe de Métodos Naturais de Brasília, Marco e Susy de Araújo, explicou de maneira bem-humorada a eficácia dos métodos naturais para maternidade e paternidade responsáveis. "O método é do casal, ajuda no relacionamento e no diálogo", explicou Susy de Araújo.
As pastorais da saúde e da criança deram seu testemunho de defesa da vida. Além delas, o grupo Santos Inocentes, de Samambaia, periferia de Brasília, explicou seu trabalho de defesa da vida do nascituro. Há sete anos eles trabalham com a conscientização de mães que desejam abortar.
Segundo o presidente da Comissão Arquidiocesana de Leigos, o advogado Francisco Victor Bouissou, o Brasil está enfrentando três grandes riscos contra a vida. Ele citou uma ação que tramita no Supremo Tribunal Federal que libera o aborto de bebês anencéfalos; o projeto de lei que legaliza o aborto que está para ser votado na Câmara dos Deputados; e a pesquisa com células-tronco embrionárias, já legalizada no país, mas com possibilidades de ser julgada inconstitucional.
"Estamos chamados a defender as crianças com anencefalia, a vida na sua integralidade", afirmou Francisco Bouissou.
A presidente da Federação dos Movimentos em Defesa da Vida do Estado de São Paulo, Dra. Maria das Dores Guimarães, falou sobre medidas estratégicas para impedir a legalização do aborto. Ela apresentou como a chamada "cultura da morte" de legalização do aborto e da eutanásia atua por todo mundo. "É uma luta de Davi contra Golias", disse, em referência à dificuldade de financiamento das entidades em defesa da vida em relação a seus opositores.
Segundo ela, é necessária uma maior mobilização da comunidade católica de Brasília para pressionar parlamentares a votarem a favor da vida, bem como a criação de Comissões Diocesanas e Paroquiais de Defesa da Vida.
Por todo o país, a Igreja tem apresentado e preparado o Clero e os Leigos, para que a CF 2008 leve ao povo brasileiro, o verdadeiro sentido da Defesa da Vida em toda a sua plenitude. Como Diáconos, servidores do Cristo, participemos ativamente com nosso testemunho de vida.
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