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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Catequese sobre o Batismo, Eucaristia e Matrimônio - Bento XVI

10/12/2008

A fé vem da escuta, e é um dom de Deus.

O Espírito de Deus bate à porta do coração de cada um de nós. Foi o que explicou Bento XVI na catequese da audiência geral, dedicada à doutrina do batismo, da Eucaristia e do matrimônio segundo São Paulo.

A fé vem da escuta, nós podemos recebê-la como dom de Deus. O Batismo nos torna novas criaturas, a Eucaristia nos faz entrar em relação profunda com Cristo, o Matrimônio é um dom e uma união concedida por graça indissolúvel.

“Tornar-se cristão é muito mais do que uma operação cosmética que acrescentaria algo de bonito a uma existência já mais ou menos completa. É um novo início e renascimento, morte e ressurreição. Obviamente na ressurreição, ressurge o que existia de bom na existência precedente. O cristianismo não é algo de puramente espiritual; implica o corpo, implica o cosmo, se estende em direção de uma nova terra e de novos céus. E retornamos à última palavra do texto de São Paulo: assim podemos caminhar em uma nova vida, é um elemento de exame de consciência para todos nós. Caminhar em uma nova vida”.

Fonte: site H2O News

sábado, 2 de agosto de 2008

Diversidade de Ministérios na Igreja Missionária

Artigo: Diversidade de Ministérios na Igreja Missionária

Por Dom Jacyr Francisco Braido, CS, Bispo Diocesano de Santos

O Apóstolo Paulo nos apresenta uma Igreja viva, dinâmica e unida no Espírito para o bem de todos: “Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. Há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. Há diferentes atividades, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos. A cada um é dada a manifestação do Espírito, em vista do bem de todos” (1Cor, 4-7).

Este dinamismo de ministérios e vocações se manifesta na Igreja do Brasil no mês de agosto. Semana após semana somos convocados à oração, reflexão e ação nas comunidades sobre o tema das vocações: na primeira semana, é nos apresentada a vocação para o ministério ordenado (diáconos, padres e bispos); na segunda, a vocação para a vida em família, em atenção ao dia dos pais; na terceira, a vocação para a vida consagrada (religiosos e religiosas, consagrados e consagradas seculares) e, na quarta, a vocação para os ministérios e serviços na comunidade.

A Diocese de Santos vivencia esta dinâmica vocacional. No dia 04 de agosto, Dia do Padre, neste ano temos um motivo a mais para celebrar, pois três novos sacerdotes se unem no ministério sacerdotal aos que vêm desempenhando com alegria e dinamismo este múnus de tão grande relevância para o povo de Deus, em unidade com o Bispo Diocesano e em comunhão com o Bispo Emérito, D. David Picão, que, por sinal, acaba de comemorar 48 anos de ordenação episcopal, no dia 31 de julho p.p..

A mensagem do Prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Dom Cláudio Hummes, vem animar esta comemoração e dar-lhe especial destaque: “Vós, caros irmãos presbíteros, sois a grande riqueza, o dinamismo, a inspiração pastoral e missionária, lá na base, onde vivem em comunidade nossos batizados”. E põe em relevo a missão para todo o Povo de Deus e, sobretudo para os sacerdotes: “A Igreja é por natureza missionária. “Assim, a Igreja sabe que não pode permanecer em casa e limitar-se a acolher e evangelizar os que a procuram em suas comunidades e igrejas. É preciso levantar-se e ir em busca, lá onde as pessoas e as famílias residem, vivem e trabalham. Ir também a todos os serviços, organizações, instituições e âmbitos da sociedade humana... Os presbíteros são a grande força propulsora da vida cotidiana das comunidades locais. Quando os presbíteros se movem, a Igreja se move”. Os diáconos permanentes também estão a serviço ao Povo de Deus, escolhidos para o serviço da Caridade e da Palavra.

Com a celebração do Dia dos Pais, tem início a Semana da Família. A família, “patrimônio da humanidade” é o berço da vida e do amor e uma escola de humanização. É uma igreja doméstica, onde crescem o amor, a oração, o perdão e os grandes valores espirituais. Na família a vida é gerada, nasce, cresce e se desenvolve desde o início até seu fim natural. Ela é sacrário da vida;
Na terceira semana, rezamos e refletimos sobre a vida consagrada: homens e mulheres descobrem em Jesus o élan de se entregar decididamente ao amor e à missão, dentro de carismas específicos. Que riqueza de dons podemos ver em ação na Igreja!
E na última semana, refletimos sobre as vocações e serviços nas comunidades. Quantas pessoas dedicadas à catequese, às pastorais e ao anúncio de Jesus e de seu evangelho na visita às famílias, aos hospitais e às escolas! Quantos jovens se doam ao Reino de Deus porque o descobrem como um tesouro para o qual vale a pena deixar tudo.

Nesta tão grande diversidade de dons, ministérios e atividades, Deus realiza tudo em todos em vista do bem comum. Conduz os discípulos missionários à comunhão e á missão: “A vocação ao discipulado missionário é con-vocação à comunhão em sua Igreja. Não há discipulado sem comunhão...A Igreja cresce, não por proselitismo mas por ‘atração’: como Cristo ‘atrai tudo para si’ com a força do amor” (cfr DA, 156-159). “Só uma Igreja missionária e evangelizadora experimenta a fecundidade e a alegria de quem realmente realiza sua vocação. Por isso, o Apóstolo Paulo podia afirmar com vigor: Anunciar o Evangelho não é título de glória para mim. É, antes, uma necessidade que se me impõe. Ai de mim se não evangelizar”. (Diretrizes Gerais da CNBB, 210).

Nossa Senhora Aparecida abençoe sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas, ministros e ministras de nossas comunidades! E suscite novas vocações de discípulos missionários!

domingo, 13 de julho de 2008

Conta o Aborto: vigiar sempre!

CNBB incentiva ação contra aborto

BRASÍLIA, sexta-feira, 11 de julho de 2008 (ZENIT.org).- Essa quarta-feira, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados do Brasil rejeitou o projeto de lei que legalizaria o aborto no Brasil (PL 1135/91).
A matéria já havia sido rejeitada pela Comissão de Seguridade Social e Família, no dia 7 de maio.
Em nota divulgada essa quinta-feira, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) afirma que, «após longo debate, concluiu-se que tal projeto de lei é inconstitucional, e que o direito à vida, assegurado no artigo 5º da Constituição Federal, constitui um valor supremo, do qual decorrem todos os demais direitos».
Assim --destaca o texto, assinado pelo secretário-geral, Dom Dimas Lara--, «mais uma vez, foi respeitada a voz da grande maioria da população brasileira, que é decididamente contrária à prática do aborto e que defende a vida e a dignidade humana, desde a fecundação, até seu declino natural».
A nota recorda que na Carta Encíclica Evangelium vitae, o Papa João Paulo II afirma que “o ser humano deve ser respeitado e tratado como uma pessoa desde a sua concepção e, por isso, desde esse mesmo momento, devem-lhe ser reconhecidos os direitos da pessoa, entre os quais e primeiro de todos, o direito inviolável de cada ser humano inocente à vida” (EV 60).
«Assim, matar um ser humano é sinal de desvalorização da vida, que precisa ser protegida em toda e qualquer circunstâncias, independentemente de há quanto tempo e de como está existindo», afirma o organismo episcopal.
A CNBB dirige uma palavra de «incentivo e reconhecimento a todos os deputados e deputadas que votaram pela vida dos nascituros, bem como aos Movimentos em Defesa da Vida».
A Conferência também louva o trabalho daqueles que, «de alguma forma se empenham firmemente na difícil tarefa de promover e defender a vida humana, compreendida como dom de Deus e co-responsabilidade de todos, da concepção até sua morte natural».

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Vaticano e a Ordenação de Bispas Anglicanas

Comunicado Vaticano diante da decisão anglicana sobre ordenação episcopal de mulheres

O Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos comunicou na terça-jeira, 8 de julho de 2008,sua postura frente à decisão da Igreja da Inglaterra, fda decisão do Sínodo Geral de ser favorável à ordenação episcopal de mulheres.

Segue o comentário:

Recebemos com pesar a notícia do voto da Igreja da Inglaterra que abre o caminho à introdução da legislação que leva à ordenação de mulheres no episcopado. A posição católica sobre esta matéria foi expressa claramente pelo Papa Paulo VI e pelo Papa João Paulo II. Uma decisão assim significa uma ruptura na tradição apostólica mantida por todas as Igrejas do primeiro milênio, e por este motivo um ulterior obstáculo para a reconciliação entre a Igreja Católica e a Igreja da Inglaterra.

Para o futuro, esta decisão terá conseqüências para o diálogo, que até agora havia dado bons frutos, como o cardeal Kasper explicou claramente ao dirigir-se, em 5 de junho de 2006, a todos os bispos da Igreja da Inglaterra por convite do arcebispo de Canterburry.

A Tradição e o Magistério da Igreja Católica Apostólica fundamenta-se no patriarcado e, dificilmente, haverá um Papa que altere essa linha de raciocínio. Jesus viveu numa época em que as mulheres eram classificadas pelos homens em geral, por sua força física e não sua capacidade intelectual. Acredito que chegará um momento em que essa postura será devidamente estudada e, quiçá, revista. Muitos clérigos pensam assim porém, por obediência, respeitam as orientações do Vaticano.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Seminário das Pastorais Sociais e o Diaconato

Realizado nos dias 4, 5 e 6 de julho, o Seminário do Fórum das Pastorais Sociais e Organismos, da CNBB Sul 1, teve como tema central a "Missão das Pastorais Sociais".

Os oitenta agentes presentes ao evento, vivenciaram a importância da mobilização dos bispos, padres, diáconos, religiosos e religiosas, leigos e leigas na caminhada em busca de melhores condições para os menos favorecidos de nossa sociedade.

Ano passado, por iniciativa do presidente da Comissão Regional de Diáconos do Sul 1, o diácono José Carlos Pascoal, tivemos um diácono nos representando. Neste ano, atendendo ao chamado, tivemos seis diáconos que participaram ativamente do Seminário. O Clero do Estado de São Paulo coloca em prática a mensagem evangélica de Cristo, que coloca a Caridade como ministério prioritário do diácono.

Hoje são os novos rostos das "viúvas e orfãos" de nossa sociedade que precisam ser "alimentados", tanto na raiz da palavra como nas necessidades habitacionais, educacionais e no trabalho. O diácono representa o Jesus que além da Palavra e da Eucaristia, se oferece como testemunho de amor ao próximo, participando ativamente na busca de soluções aos grandes problemas de nossa sociedade.

Colocamos nossas orações para que a cada dia mais colegas diáconos sejam envolvidos nas Pastorais Sociais, para que mais pessoas encontrem o verdadeiro sentido do amor cristão e que, conforme o Documento de Aparecida, que todos tenham vida e a tenham em plenitude.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Unir a Igreja através da Família

Campanha para unir a Igreja através da família

Uma campanha para unir a Igreja através da família. Este foi um dos projetos apresentados pela Catholic.net num recente congresso organizado em Roma pelo Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais sobre rádios católicas, em vésperas do Encontro Mundial das Famílias que se realizará em 2009 no México.


O coordenador de televisão e rádio desta agência católica, César Arellano Gómez explica:

“A proposta é de globalmente realizar e unificar as campanhas, que não seja feita uma campanha na Espanha, outra no México e outra no Chile, mas que nos dediquemos a fazer com que a visão da Igreja seja realmente universal e una.”


O desafio está em transmitir a beleza da família com campanhas que também possam ter um impacto comercial.

“Se conseguirmos transmitir as campanhas como se fossem um produto comercial, neste sentido, podemos num mesmo período ter melhor impacto e melhores resultados.”


Alguns dos temas que a Catholic.net procura promover são a visão da Igreja a favor da vida e a luta contra o aborto através das rádios católicas do mundo.


“Os spots realizados podem ser enviados a todas as rádios e estas rádios podem transmiti-los localmente, como se fazia na América Latina; que cada campanha possa ser traduzida em inglês, francês ou italiano, que seja a mesma campanha com maior impacto.”

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Camisinha Federal! Camisinha do Lula.

Camisinha nas Escolas - A Camisinha do Lula

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta quinta-feira (26) o início da produção de 400 máquinas de camisinhas que serão instaladas nas escolas públicas que participam do projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE).

Fonte: Globo.com


Esta notícia representa o "esforço e a inteligência" do Governo Lula para melhorar o sistema de saúde público. Já que não temos médicos devidamente preparados e remunerados, já que não temos leitos hospitalares, já que não temos equipamentos para análise e detecção de doenças, já que não temos prontos-socorros, já que não temos funcionários qualificados na enfermagem, vamos investir em “camisinhas”.


Lamentável, mas infelizmente não é só isso. Nossos jovens estudantes não têm um sistema de ensino com qualidade proporcional ao volume de impostos arrecadado da classe trabalhadora. Como resolver esse problema? Fácil! Deixe os jovens pensarem que o sexo é a plena realização do ser humano. Com o prazer incentivado, todos ficarão menos preocupados com a melhoria do ensino, pois o prazer sexual distrai e deixa o estudante feliz. Na Roma antiga, dava-se ao povo “pão e circo”. E o império prosperava. Aqui damos cesta básica, camisinha e futebol. E a ditadura voltará (ou já voltou?).


Os jornais do mundo destacam o Brasil como o segundo maior consumidor de cocaína. A maconha tem seu consumo garantido em toda a nossa sociedade, inclusive entre os estudantes. Será que ninguém percebe os rumos catastróficos dessa atual política feita por exploradores e usurpadores do dinheiro público?


Se as Entidades que ainda defendem a ética e alguns poucos princípios de moralidade não agirem com mais presteza, certamente teremos um desconcertante futuro para a próxima geração.


Será que nas próximas eleições, nosso voto poderá mudar alguma coisa ou o povo continuará votando em pessoas coniventes com o atual sistema social. Quem viver verá!

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Contra o Tráfico de Pessoas

Luta contra o tráfico de pessoas

25/06/2008
Representantes de 31 congregações religiosas de 20 países diferentes reuniram-se em Roma para propor soluções sobre o problema do tráfico de pessoas.
O encontro foi promovido pela União Internacional das Superioras Gerais junto com a Organização Mundial das Migrações. A chave do congresso foi a criação de uma rede de pessoas para unir forças, partilhar metas, recursos e estratégias diante dessa problemática para a qual a prevenção é a melhor solução.
Desde 2004 se está trabalhando neste tema que busca consolidar uma rede mundial.
“Antes nos concentrávamos no tráfico de brancas e sua prevenção. Hoje, estamos tentando centrar a atenção, porque nos pediram, nos homens. Porque cremos que se não o pedem não haverá resposta. Assim nos concentramos neste pedido. Eles deveriam deixar de explorar esses inocentes e a esta gente vulnerável”.

“Neste momento, um grupo de homens religiosos nas Nações Unidas está tentando unir-se, para formar porque vimos as irmãs trabalharem por muitos anos no tráfico de brancas. Assumimos um compromisso para formar um grupo de homens religiosos e assim dirigir o tema do tráfico de jovens e homens, e assim ver o modo de prevenir para mudar a mentalidade e os corações dos homens”.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

É PRECISO PREGAR COM MAIS ARDOR MISSIONÁRIO!

Cadê os cristãos neste mundo?
Dom Anuar Battisti - Arcebispo Metropolitano de Maringá - PR

Diante de certas estatísticas, como por exemplo, “O feriadão de Corpus Christi deixou um saldo trágico de 23 mortos e 290 feridos nas estradas que cortam o Paraná. Foram 326 acidentes, causados em sua maioria pela imprudência dos motoristas”(O Diário de 27.05.2008, pg A3). Isso é um escândalo que clama aos céus. É assustador o número de assassinatos principalmente de jovens, o mundo da droga e do narcotráfico que diabolicamente toma proporções incalculáveis; a insegurança, diante do ir e vir, seja para o trabalho, ao templo, ao merecido lazer; a proliferação cada vez maior do ateísmo prático; os pobres que aumentam a cada dia e os poucos cada vez mais ricos; enfim, uma ladainha de situações que contradizem totalmente os princípios do Evangelho.

Eu me pergunto: cadê os cristãos? Esses que morreram são todos pagãos?

Somos hoje a maioria absoluta de cristãos; esperamos que pelos menos a metade freqüente as suas comunidades religiosas, que aos domingos freqüentem os templos para orar e refletir a Palavra de Deus. Ao mesmo tempo, penso nos centenas de presbíteros, pastores, missionários que, quase diariamente falam, instruindo, exortando, mostrando o caminho com a Sagrada Escritura na mão, com o catecismo da doutrina sempre aberto. As centenas e milhares de pregações pelos meios de comunicação social, desde o rádio, a TV, revistas, jornais, sites na internet. Isso sem contar as intermináveis campanhas do poder público.

Eu me pergunto para quem estamos falando? Para quem estamos dirigindo os milhares de discursos sobre a Palavra de Deus? Porque ainda não alcançamos os ouvidos dos marginais, dos violentos, dos que morrem e matam sem dó e piedade? Estamos falando para as paredes, ou nossa linguagem, a mensagem que estamos transmitindo, está numa freqüência e o povo está noutra? Porque aquele fiel participante, na vida prática não paga o salário justo, engana e corrompe em benefício próprio? Não é por falta de quem fala, e nem de quem escuta. Está faltando o quê? Aonde nós pregadores estamos errando? Aonde o povo de Deus, cristãos, discípulos de Jesus, vivem o que escutam?

Penso que não se trata de puxar a brasa para o seu assado e dizer aqui está tudo bem e que o problema é dos outros! Penso que nesta hora histórica de nossa caminhada precisamos rever na prática cotidiana, a nossa prática. No testemunho da fé que professamos falta vigor, entusiasmo, coragem de quem acredita de fato. A nossa vivência na fé ainda é vivência formal, ritualista, cumprir tabela para o desencargo de consciência por medo de Deus. Não posso afirmar que não exista testemunho e nem obras boas que provem a nossa fé. Fica sempre a pergunta: Como tocar o coração? Como fazer com que a mensagem de salvação entre na vida do dia a dia de nossos cristãos, com todas as suas conseqüências?

Não seria a hora de nos unirmos numa só voz, cada um no seu caminho de fé, para falar a mesma linguagem. Sintonizar na mesma freqüência sonora dos jovens e adolescentes e provocar uma verdadeira comoção evangélica no coração de nossas Igrejas? Certamente nós temos o melhor e mais valioso conteúdo para preencher qualquer coração vazio, do homem e da mulher, do passado, do presente e do futuro. Enquanto a nossa pregação não despertar um verdadeiro discipulado de Jesus, discípulos e missionários apaixonados pelo Mestre, Salvador e Redentor, estamos jogando as pérolas para ser pisada no chão manchado pelo sangue da violência e da falta de paz. Cadê os cristãos apaixonados por Cristo a fim de fermentar essa massa e dar sabor da paz e de fraternidade a este mundo em que habitamos?
“Tende coragem, eu venci o mundo”(Jo 16,33)

Fonte: site CNBB - maio 2008

Embriões serão usados em experiências! LAMENTÁVEL...!

NOTA DA CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL SOBRE A DECISÃO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lamenta a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que julgou a validade constitucional do artigo 5o e seus parágrafos da Lei de Biossegurança, n. 11.105/2005, que permite aos pesquisadores usarem, em pesquisas científicas e terapêuticas, os embriões criados a partir da fecundação in vitro e que estão congelados há mais de três anos em clínicas de fertilização.
A decisão do STF revelou uma grande divergência sobre a questão em julgamento, o que mostra que há ministros do Supremo que, nesse caso, têm posições éticas semelhantes à da CNBB. Portanto, não se trata de uma questão religiosa, mas de promoção e defesa da vida humana, desde a fecundação, em qualquer circunstância em que esta se encontra.
Reconhecer que o embrião é um ser humano desde o início do seu ciclo vital significa também constatar a sua extrema vulnerabilidade que exige o empenho nos confrontos de quem é fraco, uma atenção que deve ser garantida pela conduta ética dos cientistas e dos médicos, e de uma oportuna legislação nacional e internacional.

Sendo uma vida humana, segundo asseguram a embriologia e a biologia, o embrião humano tem direito à proteção do Estado. A circunstância de estar in vitro ou no útero materno não diminui e nem aumenta esse direito. É lamentável que o STF não tenha confirmado esse direito cristalino, permitindo que vidas humanas em estado embrionário sejam ceifadas.

No mundo inteiro, não há até hoje nenhum protocolo médico que autorize pesquisas científicas com células-tronco obtidas de embriões humanos em pessoas, por causa do alto risco de rejeição e de geração de teratomas.

Ao contrário do que tem sido veiculado e aceito pela opinião pública, as células-tronco embrionárias não são o remédio para a cura de todos os males. A alternativa mais viável para essas pesquisas científicas é a utilização de células-tronco adultas, retiradas do próprio paciente, que já beneficiam mais de 20 mil pessoas com diversos tipos de tratamento de doenças degenerativas.

Reafirmamos que o simples fato de estar na presença de um ser humano exige o pleno respeito à sua integridade e dignidade: todo comportamento que possa constituir uma ameaça ou uma ofensa aos direitos fundamentais da pessoa humana, primeiro de todos o direito à vida, é considerado gravemente imoral.

A CNBB continuará seu trabalho em favor da vida, desde a concepção até o seu declínio natural.
Brasília, 29 de maio de 2008.

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB
Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus
Vice-Presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário-Geral da CNBB

quarta-feira, 14 de maio de 2008

DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA:

Brasília, 5 de maio de 2008.
1. Nós, cientistas, parlamentares, juristas e lideranças nacionais de movimentos em defesa da vida humana, desde o seu início, temos a declarar o que segue sobre o que tem sido denominado de “pesquisa com células-tronco embrionárias humanas”.
2. Com base na referida expressão, se designa uma linha de pesquisa científica que interrompe em caráter definitivo e irreversível o desenvolvimento do ciclo vital de seres humanos nos primeiros dias de sua existência, ou seja, que os destrói e os mata. Entendemos que o ser humano – em todas as fases de sua vida – não pode ser manipulado como um objeto ou coisa, dispondo-se de sua vida, não importando a finalidade alegada. O conhecimento científico, consolidado internacionalmente, apresenta vasta bibliografia da ciência médica, especialmente da embriologia, expressando claramente que a vida de cada indivíduo humano se inicia com a fecundação, quando um espermatozóide (a célula germinativa masculina), penetre no ovócito ou óvulo (a célula germinativa feminina), determinando o patrimônio genético de um novo e irrepetível indivíduo da espécie. A partir desse momento estão definidos o sexo, as tendências físicas e psicológicas de um novo indivíduo ou pessoa humana. A natureza e a dignidade humanas são indissociáveis dos seres humanos, que só podem resultar de células germinativas humanas – constatação óbvia, mas que parece ignorada por muitos. A natureza e a indissociável dignidade humanas ou estarão presentes desde o início, ou seja, desde a fecundação, ou não estarão presentes nunca. É necessário reconhecê-las desde o primeiro instante, e que permanecem até a morte do indivíduo ou pessoa, que, como confirma o ensinamento da ciência médica, tem um desenvolvimento gradual, progressivo, sem saltos nem “metamorfoses”. Tal processo não se interrompe com o nascimento e prossegue até o início da idade adulta. Pretender classificar os seres humanos, desconsiderando sua realidade biológica e humanidade, adotando critérios utilitaristas ou de “investimento acumulado”, parece contrariar não só os dados da natureza, como também os da cultura nacional, incluído o Direito, que desde os primeiros projetos de codificação civil pátrios, no século XIX, reconhece e protege o nascituro e seus direitos “desde a concepção”. O direito à vida é o primeiro e o pressuposto de exercício de todos os demais direitos.
3. Pretende-se contrapor a vida dos embriões congelados na data da promulgação da Lei de Biossegurança, nº 11.105, de 24 de março de 2005, à terapia e cura de muitos que padecem de doenças graves em nosso País. Não temos receio em afirmar com toda ênfase, que tal dilema é falso; como consta de texto divulgado por 57 cientistas norte-americanos, em 27 de outubro de 2004, bastante atual: “Baseado nas evidências disponíveis, ninguém pode predizer com certeza se as células-tronco embrionárias humanas, em alguma época, produzirão benefícios clínicos, e, muito menos, benefícios que não sejam obtidos por outros meios menos problemáticos do ponto de vista ético”.
4. Ao contrário do que tem sido veiculado e acriticamente aceito pela opinião pública, as células-tronco embrionárias não são a grande promessa para gerar terapias. Na verdade, são as células-tronco adultas que têm produzido expressivos resultados, que se apresentam ainda mais promissores depois do desenvolvimento da técnica de indução de pluripotencialidade em células adultas. Como o assunto envolve sofisticado conhecimento técnico, as pessoas ficam mais vulneráveis à manipulação da informação. Diante disso, faz-se necessário esclarecer alguns aspectos básicos, que passamos a expor muito sucintamente.
5. As células-tronco embrionárias são, em tese, capazes de gerar todos os tipos celulares humanos (chama-se a isso pluripotência). Apenas em tese, pois isso é o que ocorre in vivo, no desenvolvimento normal e natural do organismo. Entretanto, não existem dados experimentais efetivos que garantam que o mesmo possa ser alcançado in vitro, ou seja, em laboratório, após a destruição e morte dos embriões, dos quais são extraídas suas células para fins de pesquisa. Mais ainda: em termos de terapia, após 10 anos de intensas pesquisas em muitos países com alto padrão de desenvolvimento científico e investimentos de centenas de milhões de dólares, não há nenhum protocolo aprovado com células-tronco embrionárias humanas para testes em pacientes, ou seja, as células-tronco embrionárias humanas, por apresentar graves riscos à vida e saúde dos pacientes, sequer podem ser testadas em seres humanos. No modelo animal, essas células têm resultado na formação de teratomas, rejeição, entre outros problemas graves, não havendo, portanto, segurança para que se iniciem experimentações em seres humanos.
6. Muito do atual conhecimento sobre o desenvolvimento embrionário, em termos moleculares, advém de estudos feitos com embriões de animais de laboratório.
7. Todos os resultados terapêuticos positivos em seres humanos veiculados pela mídia têm sido obtidos com o uso de células-tronco adultas multipotentes, extraídas da medula óssea, do cordão umbilical e de outros tecidos. Já há mais de 20.000 pacientes em tratamento clínico, envolvendo pelo menos 73 doenças diferentes, em geral com bons resultados para a qualidade de vida dos pacientes.
8. No segundo semestre de 2007, dois importantes trabalhos científicos, um dos quais de um grupo norte-americano liderado pelo Dr. Thomson (o primeiro a obter uma linhagem de células-tronco embrionárias humanas) e outro, coordenado pelo Dr. Yamanaka, no Japão, mostraram a possibilidade de se obter, a partir de células adultas do próprio paciente, células-tronco humanas pluripotentes sem destruir o embrião. Estes estudos levaram Ian Wilmut, o “criador” da ovelha Dolly, e uma das autoridades líderes no processo de clonagem por transferência nuclear em células somáticas, a anunciar que ele e sua equipe estavam abandonando, por questões técnicas, a pesquisa em clonagem para fixar-se na investigação de reprogramação celular, que em suas palavras, apresenta “muito mais potencial”.
9. As chamadas células pluripotentes induzidas (iPCs, sigla do inglês), são obtidas diretamente de células adultas, acrescentando-se um pequeno número de fatores nestas células em laboratório. Estes fatores remodelam as células maduras convertendo-as em células-tronco com características funcionais equivalentes às células obtidas de embrião. Esta técnica pode ser usada, por exemplo, para gerar linhagens específicas de células-tronco para pacientes com doenças genéticas.
10. A reprogramação de células humanas é um dos achados científicos mais significativos da atualidade; mais importante do que a clonagem da ovelha Dolly. Como diz o próprio Ian Wilmut, a reprogramação direta é “extremamente animadora e surpreendente”. O poder da reprogramação direta é tal que gera células-tronco geneticamente iguais às do paciente doador (a partir de células da pele, por exemplo). Ainda têm a grande vantagem de não serem rejeitadas e comprovadamente não gerarem tumores, de acordo com o recente anúncio de resultado positivo em experiência científica feito em publicação especializada pelo grupo coordenado pelo Dr. Yamanaka em fevereiro de 2008. No mesmo mês, foi apresentada uma significativa melhora no método de obtenção das células iPC, num encontro sobre células-tronco, em Nova York, por John Sundsmo, presidente da PrimeGen, Irvine, CA, EUA. De acordo com Sundsmo, células de pele, de rim e retina incorporaram partículas de carbono que transportavam em suas superfícies proteínas responsáveis pela transformação destas células em células pluripotentes, mais rapidamente e com eficiência muito maior, sem ricos de produzirem cânceres e sem haver manipulação genética. O processo está sendo patenteado. A nosso ver têm sido pouco divulgadas, ou mesmo negadas, informações tão relevantes à população em geral e aos portadores de doenças graves e suas famílias. Na falta da informação correta e precisa, luta-se pela liberação dos experimentos com células-tronco embrionárias humanas, muitas vezes desconhecendo o fato de que estas, até agora, somente foram injetadas em camundongos, gerando rejeição e, com freqüência, tumores, não podendo, portanto sequer serem testadas em seres humanos, em razão dos graves riscos à saúde e mesmo vida dos pacientes que isso poderia implicar.
11. Manifestamos nossa solidariedade aos portadores das diversas doenças que podem ser tratadas com as células-tronco adultas, com a linha de pesquisa dos fatores celulares, que também já tem dado resultados positivos, ou com as novas células-tronco pluripotenciais induzidas (iPCs), quando estiverem em fase de teste clínico, o que, confiamos e esperamos, possivelmente não deverá demorar, beneficiando assim os pacientes e seus familiares.
12. Colocamos-nos solidários, também, com as crianças resultantes de fecundação in vitro e suas famílias. Entendemos que o único destino dessas meninas e meninos, conforme sua intrínseca e inalienável dignidade humana, é o mesmo que motivou sua fecundação, ou seja, serem filhas ou filhos, inseridos em uma família. Deve se buscar, pois, condições e soluções para que prossigam o seu ciclo vital, mediante implantação no útero de suas mães biológicas, ou de outras que os acolham ou adotem. O tempo de congelamento não é empecilho para tal, como foi demonstrado recentemente por Vinícius, com oito meses de nascido, após oito anos de congelamento, acolhido no útero de sua mãe, Maria Roseli. Ele é uma das mais de 400 crianças nascidas, após haverem sido crioconservadas (congeladas) “a maioria acima de três anos de congelamento”, em uma só clínica de fertilização. Esclarece o médico responsável pela clínica: “É uma loucura falarem que embrião congelado há mais de três anos é inviável. E isso não tem nada a ver com religião. A viabilidade é um fato e ponto.” (Folha de S. Paulo, 9 de março de 2008, “O Bebê que Saiu do Frio”). Vinícius e outras crianças que estiveram congeladas por mais de três anos o demonstram claramente.
13. Sendo o Brasil um país que não dispõe de grandes recursos para aplicação em pesquisa, é crucial que sejam bem empregados. No que se refere à busca de terapias, certamente o campo das células-tronco adultas é já uma realidade, e muito mais promissor para o futuro, conforme reconhecido por grandes cientistas internacionais.
Verifica-se, do que foi exposto, que o respeito à vida e à dignidade do ser humano, que deve informar toda a pesquisa científica, não está dissociado de resultados terapêuticos positivos, mas sim a ele associado.
Assinam a declaração:
Dra. Alice Teixeira Ferreira – Professora Associada de Biofísica da UNIFESP/EPM na área de Biologia Celular
Dra. Cláudia Maria de Castro Batista – Professora do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ
Dr. Cláudio Fonteles – Subprocurador Geral da República
Prof. Hermes Rodrigues Nery –Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida da Diocese de Taubaté - SP
Dr. Humberto Leal Viera – Presidente da Associação Nacional Pró-Vida-Família
Jaime Ferreira Lopes – Assessor Parlamentar
Dra. Lenise Aparecida Martins Garcia - Professora do Departamento de Biologia Celular da Universidade de Brasília
Dep. Luiz Bassuma – Deputado Federal – BA
Marco Antonio G. Araújo – Assessor Parlamentar
Dra. Maria Dolly Guimarães – Presidente da Federação Paulista dos Movimentos em Defesa da Vida de SP
Dep. Miguel Martini – Deputado Federal - MG
Dr. Paulo Fernando Melo Costa – Assessor Parlamentar
Dr. Paulo Silveira da Silva Martins Leão Junior – Presidente da União de Juristas Católicos do RJ Dra. Renata Braga Klevenhusen - Coordenadora Adjunta do Programa de Pós-graduação em Direito da Universidade Estácio de Sá
Susy Gomes – Assessora Parlamentar
Dep. Dr. Talmir Rodrigues – Deputado Federal - SP

LEI DO ABORTO: VIDA 33 X MORTE 0


VOTADO PROJETO DE LEI DO ABORTO: 33 x 0 !
Para espanto de todos, a grande mídia, em geral, não noticiou. Os portais da internet idem:
Quarta-feira, dia 07 de maio de 2008, o tão famigerado Projeto de Lei do Aborto (PL 1135/91) que estava há 17 anos para votação na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, sob a presidência firme e serena do Dep. Jofran Frejat, do PR do DF, foi votado em uma sessão histórica para nossa nação. Todos se espantavam: “NUNCA SE VIU ALGO IGUAL NESSA CASA!”
Numa sessão conturbada pelo bloco do governo Lula, capitaneado pela deputada do PT do Rio de Janeiro, Cida Diogo, eleita pela região de Volta Redonda, e acompanhada pelo Dep. José Genoíno, PT de São Paulo, Janete Rocha Pietá, PT de São Paulo, Dr. Rosinha, PT do Paraná, Paulo Rubem Santiago, do PDT de Pernambuco, Darcísio Perondi, do PMDB do Rio Grande do Sul, que não queria a votação e procurou postergá-la a qualquer custo, até ao custo do ridículo, quando seus requerimentos eram vencidos por 28 votos a 5, e mesmo assim pedia verificação de voto e de quorum.
Enfim, depois de conseguir adiar a votação do Projeto de Lei por cinco horas, o bloco do governo finalmente havia esgotado todas as manobras possíveis e imagináveis para não votar aquele projeto e então, numa atitude anti-democrática, retirou-se do plenário sete da Câmara, reclamando por não poderem impor ao país a morte de criancinhas não nascidas.
As feministas que lá estavam, capitaneadas por Dulce Xavier, integrante da ONG Católicas pelo Direito de Decidir (que de católicas nada tem) – gritavam: “o estado é laico, o estado é laico”, como se estivéssemos em um templo religioso a celebrar um culto – ao o que o Dep. Nazareno Fonteles, também do PT – do Piauí, respondeu: “O estado é laico mas o povo que o compõe não é ateu, tem o sentido de Deus e religião.” Também elas acompanharam o bloco do governo na retirada da sala da Comissão de Seguridade Social e Família. E o ambiente mudou! Clareou! Desanuviou! E passamos à votação do PL que visava suprimir do Código Penal os artigos de lei que tipificam o ato de matar um ser humano ainda dentro do útero materno.
Importante verificar que o relator desse Projeto, Dep. Jorge Tadeu Mudalen, do DEM de São Paulo, região de Guarulhos, fez um relatório REJEITANDO esse projeto depois de haver realizado três audiências públicas, em que convocou o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que se esquivou e nunca compareceu, médicos, juristas, incluindo a ex-senadora Heloísa Helena, que de modo claro e inequívoco, através dos próprios dados do Ministério da Saúde, evidenciou que há 13 grandes causas de morte de mulheres no Brasil (como doenças do sistema circulatório, endócrino, digestivo, geniturinário) e que a morte materna no Brasil, vem em 14º lugar, e dentro desse item, em 4º lugar vem a morte por gravidez que resultou em aborto (expontâneos, legais, provocados) o que resulta em média 150 mortes de mulheres ao ano no Brasil, o que é lamentável, mas inteiramente despropositado em vistas da falácia dos milhares de mulheres mortas por aborto inseguro!
Assim, 33 dos 33 deputados que compuseram a CSSF votaram SIM À VIDA!
PARABÉNS PORQUE FORAM SENSÍVEIS AO DESEJO DE VIDA EM ABUNDÂNCIA QUE HÁ NO POVO BRASILEIRO!
(Dra. Maria Dolly Guimarães é advogada, presidente da Federação Paulista dos Movimentos em Defesa da Vida)

NR: Esta não é uma vitória somente da união dos católicos a favor da vida, mas sim de toda a humanidade, pois a vida prevalece sobre os interesses mesquinhos e pessoais de determinados grupos. Muito dinheiro está em jogo nesse tema. Sugiro que quem ler este artigo, passe as informações a todas as pessoas conscientes do valor e da dignidade da Vida.

Recomendo ainda que façamos uma corrente para alienar do poder pessoas que não se comprometem com a Vida em todas as suas manifestações.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Humanae Vitae: visão de futuro!

Bento XVI sobre a Humanae vitae: verdade inalterada, coragem e visão de futuro
12/05/2008 - H2O News
O ensinamento da Humanae vitae “há 40 anos de sua publicação não somente manifesta inalterada a sua verdade, mas revela também a visão de futuro com a qual o problema foi enfrentado”.
O ensinamento da Humanae vitae “há 40 anos de sua publicação não somente manifesta inalterada a sua verdade, mas revela também a visão de futuro com a qual o problema foi enfrentado”. Assim, Bento XVI se dirigiu aos participantes do congresso na Universidade Lateranense por ocasião dos 40 anos da famosa Encíclica de Paulo VI. Um documento que se revelou “logo sinal de contradição”. Fruto de “uma decisão sofrida, constitui um significativo gesto de coragem ao reiterar a continuidade da doutrina e da tradição da Igreja”.
O discurso de Bento XVI é, portanto, de plena confirmação, mas não sem significativos aprofundamentos. O Papa fala sobre a centralidade do amor, sobre a dignidade da pessoa humana, sobre o valor da lei natural, e insiste na relação entre razão e amor, na qual “a razão instrui o amor e o amor ilumina a razão”, de modo que possam fazer surgir juntos a responsabilidade pela vida, diante da qual deve deter-se também o poder da técnica. “Como fiéis – diz o Papa – nunca podemos permitir que o domínio da técnica anule a qualidade do amor e a sacralidade da vida”.
Forte o chamado à urgência de uma adequada formação dos jovens à sexualidade, em que a liberdade se conjugue com a verdade, e a responsabilidade com a dedicação, de modo que esteja fora do raio de ação do egoísmo.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Rejeitada Descriminalização do Aborto!

Seguridade rejeita descriminalização do aborto consentido
A Comissão de Seguridade Social e Família rejeitou na quarta feira dia 7 de maio, por unanimidade, o Projeto de Lei 1135/91, que descriminaliza o aborto provocado pela própria gestante ou com seu consentimento. Foram 33 votos contrários, que seguiram o parecer do relator, deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP). O grupo de deputados que defendia a continuidade das discussões e a realização de uma quarta audiência pública sobre a proposta se retirou da reunião depois de serem rejeitados sucessivos requerimentos para adiar a votação. Marcada por manifestações de cidadãos favoráveis e contrários ao projeto, a reunião foi encerrada em seguida.

Enfim, temos uma notícia em favor da Vida!
Contudo, é preciso ficarmos atentos pois existem grupos poderosos dentro e fora de nosso país, que anseiam por leis abortivas, para capitalizarem (ainda mais) o dinheiro investido. Que Deus abençõe e proteja todos os que puderam se manifestar a favor da Vida Digna!

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Pastoral Operária: Mensagem aos Trabalhadores

A Pastoral Operária Nacional, (PO) por ocasião do Dia do Trabalho, comemorado no dia 1º de maio, escreveu uma mensagem destinada aos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. No texto intitulado "Não somos máquinas! Somos mãos que afagam e transformam", os integrantes da PO cumprimentam a multidão trabalhadora espalhada por todas as regiões do país, no dia em que se faz a memória dos trabalhadores reprimidos e mortos no dia 1º de maio de 1886, em Chicago, quando protestavam contra as suas desumanas condições de trabalho.
Os agentes da PO destacam, no texto, que apesar dos avanços científicos e tecnológicos que proporcionam resultados significativos e colocarem o Brasil em patamares próximos aos de outros países emergentes, continua a realidade de grandes contingentes da população impedidos do acesso ao trabalho digno. A mensagem destaca ainda o comprometimento da PO com o modo de ser e de agir de Jesus e a sua preocupação com a classe trabalhadora:"estamos engajados no empenho pela transformação social, motivados pelo amor a tantos trabalhadores e trabalhadoras ameaçados em sua dignidade humana".

terça-feira, 29 de abril de 2008

O Paradoxo de Nosso Tempo

O Paradoxo do Nosso Tempo
Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e Rezamos raramente.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!

sexta-feira, 11 de abril de 2008

CNBB: Defesa da Vida Humana

CNBB: Nota em Defesa da Vida Humana

Nós, Bispos do Brasil, reunidos na 46ª Assembléia Geral, fiéis à nossa missão evangelizadora e aos compromissos assumidos na Campanha da Fraternidade de 2008, com o tema “Fraternidade e Defesa da Vida” e o lema “Escolhe, pois, a Vida” (Dt 30,19), reafirmamos nosso empenho pela valorização, defesa e promoção da vida humana.
A vida humana é sagrada. O direito à vida fundamenta quaisquer outros direitos. Desde a fecundação até seu declínio natural, a vida é fruto da ação criadora de Deus, “Senhor e Amigo da Vida” (Sb 11,26), e permanece sempre em relação com Ele, seu único fim. Cabe ao ser humano a responsabilidade de acolher e fazer frutificar este inestimável dom divino.
O Magistério da Igreja defende o direito à vida, bem primário fundamental em qualquer fase de desenvolvimento ou condição em que se encontra. A vida humana não pode ser instrumentalizada, violada ou destruída, devendo, pois, ser defendida sempre que ameaçada ou fragilizada.
Convidamos todos a se unirem a nós na defesa da vida, repudiando as tentativas de legalização do aborto em nosso País. Tal ato é moralmente inadmissível, pois faz muitas vítimas: a criança suprimida, a mãe isolada nos seus sentimentos de culpa e psicologicamente enferma, o pai que aprovou ou não se opôs e demais familiares. As mães que não consentem na prática do aborto, lutam e sofrem para gerar seus filhos, merecem nosso apoio e valorização. As mães que passaram pela triste experiência do aborto consentido, uma vez arrependidas, contem com a misericórdia divina que supera toda fraqueza humana (cf. Documento de Aparecida, 469g).
A ciência e a técnica têm contribuído para o desenvolvimento no âmbito da saúde e para o prolongamento da vida humana. Porém, “aquilo que é tecnicamente possível não é necessariamente, por esta mera razão, admissível do ponto de vista moral” (Donum vitae, Introdução, 4). A busca de qualidade de vida através das pesquisas científicas deve ser coerente com os princípios da inviolabilidade da vida humana, da lei natural e do mandamento “não matarás” (Ex 20,13), que devem ser respeitados sempre.
Reconhecemos, com gratidão, as pesquisas feitas em favor da vida, de modo particular, no que diz respeito às células-tronco adultas em vista à sua aplicação terapêutica. Lembramos que os princípios éticos devem sempre orientar os estudiosos e os cientistas para que a vida humana seja respeitada na sua integridade, desde a sua concepção até seu declínio natural.
Na célula inicial há tudo o que a natureza predispõe para o desenvolvimento da nova vida. O embrião humano deve ser respeitado e tratado como um ser humano desde a sua fecundação e, por isso, desde esse mesmo momento, deve-lhe ser reconhecido o direto inviolável de cada ser humano à vida (cf. João Paulo II, Evangelium Vitae, 60). Essa afirmação encontra apoio e plena correspondência nos direitos essenciais dos próprios indivíduos, reconhecidos e tutelados pela Declaração Universal dos Direitos do Homem que, em seu artigo 3º, reconhece que “todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal”.
O uso de embriões humanos e a sua destruição para a pesquisa científica, bem como a sua crioconservação, violam o mais fundamental de todos os direitos, o direito à vida e a indissociável dignidade da pessoa humana, expressos nos artigos 1º, III e 5º, caput, da Constituição Federal. O artigo 4º do Pacto de São José da Costa Rica (Convenção Americana de Direitos Humanos), ratificado pelo Brasil em 25.09.1992, também estabelece que “toda pessoa tem o direito a que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente”.
Aguardamos o resultado do julgamento do Supremo Tribunal Federal que votará a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN), de número 3.510. Esperamos que a vida humana seja defendida incondicionalmente.
Agradecemos o trabalho de muitos cientistas e pesquisadores da área biomédica e de juristas que defendem a vida a partir de princípios éticos. Agradecemos também a dedicação de agentes da saúde, de parteiras, de socorristas, das Frentes Parlamentares em favor da vida, das associações Pró-Vida, das pastorais e movimentos, de catequistas e lideranças da Igreja e de todas as pessoas de boa vontade que defendem a vida com o testemunho de fé e cidadania.
Conclamamos todos, especialmente os fiéis de nossas Dioceses e Paróquias, à realização de gestos concretos em favor da vida, tais como: centros de acolhida da mãe gestante, a prática da adoção, a doação de sangue e de órgãos para transplantes, a difusão dos “10 Mandamentos do Motorista”, a constituição de Comissões Diocesanas de Bioética, a Semana Nacional da Vida e a celebração anual do Dia do Nascituro, em 8 de outubro.
Jesus Cristo, fonte da Vida, pela intercessão de sua Mãe, venerada com o título de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, abençoe o povo brasileiro e proteja a todos no compromisso pela promoção e defesa da vida.
Itaici, Indaiatuba-SP, 10 de abril de 2008
Dom Geraldo Lyrio Rocha - Arcebispo de Mariana, Presidente da CNBB
Dom Luiz Soares Vieira - Arcebispo de Manaus, Vice-Presidente da CNBB
Dom Dimas Lara Barbosa -Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, Secretário-Geral da CNBB

terça-feira, 4 de março de 2008

Cuidado: O Nome Pode Enganar!

Nota da CNBB sobre as Católicas pelo Direito de Decidir
Têm chegado à sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – inúmeras consultas sobre a ONG denominada “Católicas pelo Direito de Decidir”, uma vez que em seus pronunciamentos há vários pontos contrários à doutrina e à moral católicas.
Esclarecemos que se trata de uma entidade feminista, constituída no Brasil em 1993, e que atua em articulação e rede com vários parceiros no Brasil e no mundo, em particular com uma organização norte-americana intitulada “Catholics for a Free Choice”. Sobre esta última, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos já fez várias declarações, destacando que o grupo tem defendido publicamente o aborto e distorcido o ensinamento católico sobre o respeito e a proteção devidos à vida do nascituro indefeso; é contrário a muitos ensinamentos do Magistério da Igreja; não é uma organização católica e não fala pela Igreja Católica[1]. Essas observações se aplicam, também, ao grupo que atua em nosso país.
A Campanha da Fraternidade deste ano de 2008 reafirma nosso compromisso com a vida, especialmente, com a vida do ser humano mais indefeso, que é a criança no ventre materno, e com a vida da própria gestante. Políticas públicas realmente voltadas à pessoa humana são as que procuram atender às necessidades da mulher grávida, dando-lhe condições para ter e a criar bem os seus filhos, e não para abortá-los.
“Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19).
Ainda que em determinadas circunstâncias se trate de uma escolha difícil e exigente, reafirmamos ser a única escolha aceitável e digna para nós que somos filhos e filhas do Deus da Vida.
Conclamamos os católicos e a todas as pessoas de boa vontade a se unirem a nós na defesa e divulgação do Evangelho da Vida, atentos a todas as forças e expressões de uma cultura da morte que se expande sempre mais.
Brasília, 03 de março de 2008

Diáconos Permanentes: Mobilização em Defesa da Vida


Este é um dos momentos em que nós, diáconos permanentes, homens casados consagrados ao serviço da Igreja, precisamos manifestar nosso total apoio à Defesa da Vida desde o seu início, isto é, na concepção.

Eu particularmente não tenho o "conhecimento científico" para teorizar sobre o instante inicial em que o ser humano é ser humano. Acredito sim, que o instante em que o óvulo (feminino) recebe a presença do sêmen (masculino), inicia-se o milagre da nova vida.

A partir daí, defendemos a dignidade da pessoa humana em sua plenitude.

Na quarta feira, dia 5 de março, o Supremo Tribunal Federal julgará em Brasília, o recurso da Ação Direta de Inconstitucionalidade, impetrada conta o artigo 5 da Lei de Biossegurança Brasileira, no que abre a possibilidade de se utilizarem óvulos fecundados (com consequênte dstruição dos embriões) para desenvolvimento de experiências laboratoriais.

Alguns cientistas, que são régiamente subsidiados até por entidades governistas, alegam que o fim (salvar outras vidas e potencializar cura de doenças) justificam os meios (sacrificar seres humanos no início de sua existência).

Entidades pró-vida do Brasil mobilizam os cidadãos, às vésperas do julgamento que decidirá o futuro das pesquisas com células-tronco embrionárias no país, para sensibilizarem os ministros do Supremo contra esse tipo de pesquisa..
A Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família e a Federação Paulista dos Movimentos em Defesa da Vida faz um apelo a que as comunidades científicas nacionais e internacionais, da medicina e do direito, expressem seus pareceres junto aos ministros do STF.

Já os organizadores do recém-realizado Congresso Internacional em Defesa da Vida (fevereiro passado no Santuário de Aparecida), chamam os cerca de 300 participantes do evento a também se manifestarem.

Segundo os militantes pró-vida, é importante, nos contatos por e-mail, fax ou telefone, respeitosamente apresentarem argumentos jurídicos e científicos que confirmam que a vida humana tem início na concepção.

Sugiro que além de todas essa inicitivas, motivemos nossas comunidades a entrar em profunda oração para que o Espírito Santo de Deus ilumine a todos para trilharem no caminho do verdadeiro amor cristão.

Subsídios: Zenit e Veja

segunda-feira, 3 de março de 2008

Conselho Permanente da CNBB reitera respeito à vida

A Igreja reitera seu compromisso de defesa da vida em plenitude, isto é, desde a concepção até seu natural declínio. O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, reunido de 27 a29 de fevereiro em Brasília, anima e conclama a toda a sociedade independente de credo, ideologia, partido político ou posições filosóficas, para uma mobilização racional em defesa da vida.
O Supremo Tribunal Federal do Brasil julgará na próxima quarta-feira uma ação que define a continuidade ou não das pesquisas com células-tronco embrionárias no país.
«A Igreja volta mais uma vez a dirigir sua palavra em defesa da vida. Esta é a posição básica e fundamental da Igreja. Não significa ser contra a ciência, contra o progresso, mas ser em primeiro lugar a favor da vida», disse o presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha, ao reafirmar a posição da Igreja contrária ao uso de células-tronco embrionárias para pesquisas.
De acordo com Dom Geraldo Lyrio, os bispos do Conselho Permanente decidiram enviar uma carta aos ministros do Supremo Tribunal para expressar a posição da Igreja.
«Não queremos fazer pressão sobre o STF, mas expor, inclusive como integrantes da própria sociedade brasileira, o nosso ponto de vista», disse.
O secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, destacou que a partir do momento que a vida começa, deve ser protegida, inclusive pelas instituições da sociedade civil e do próprio Estado.
Para ele, a Lei de Biossegurança, quando aprovada, trouxe erros graves ao misturar temas completamente díspares num único projeto de lei. «A Lei de Biossegurança abre caminho para a legalização progressiva do aborto e o desrespeito da vida humana», declarou.
Que cada diácono permanente possa participar ativamente desde momento de fundamental importância para definir a preservação da dignidade humana em toda a sua amplitude.
Fonte: Zenit